Escola “sangue bom”

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No momento em que os hemocentros registram baixa na coleta, as instituições de ensino podem ser aliadas para salvar vidas.

O Ministério da Saúde do Brasil divulgou uma estimativa de que, durante a pandemia, a doação de sangue caiu entre 15% a 20%. Em alguns lugares a queda passou de 50%. O medo das aglomerações e do ambiente hospitalar tem levado muita gente a temer o ato de doação neste momento complicado que enfrentamos. Vale lembrar que algumas terapias utilizadas para o tratamento da própria Covid-19, também demandam de procedimentos de transfusão de sangue.

Como instituições responsáveis por uma formação cidadã, as escolas podem ajudar na conscientização da comunidade sobre a importância de doar e manter os bancos de sangue nesse momento de pandemia. Algumas ações podem fazer parte de um projeto que envolva as famílias e toda a comunidade escolar. Por exemplo:

Conscientizar os estudantes

Mas qual a necessidade de falar sobre esse tema com crianças, sendo que elas não podem fazer a doação? A resposta é simples e tem duas frentes objetivas. Conscientizar os futuros adultos sobre a questão e também envolver a família nesse debate. Naturalmente, o que a criança estuda, leva para casa em forma de reprodução do conhecimento e reverberar entre os pais. Nesse contexto, o professor pode utilizar a promoção de palestras com especialistas e também pesquisas para apresentações dos estudantes.

Aproximação com hemocentros

Normalmente essas instituições possuem programas educativos de conscientização sobre a importância da doação de sangue. É relevante que a escola, por meio da gestão e do corpo docente, se aproxime dessas instituições que estão espalhadas pelas principais cidades do país, a fim de se colocarem à disposição para parcerias e campanhas de arrecadação.

Promoção para doação

A aproximação com o hemocentro ajudará na organização de grandes doações promovidas pela comunidade escolar. Projetos do gênero podem ser feitos por meio de campanhas com os pais, funcionários, fornecedores e parceiros. Outra ideia é utilizar metas dadas a grupos de trabalho que serão desafiados a levar pessoas aptas a doar, o grupo que conseguir mais pessoas ganha algum prêmio. A escola pode atuar também cedendo algum espaço para coletas móveis nas proximidades de suas dependências. Enfim, várias são as possibilidades. O importante é inserir a escola nessa causa. 

Essas são algumas dicas para que as instituições de ensino sejam relevantes em seu contexto e ajudem para o aumento dos bancos de sangue em momento de pandemia. Sugestões simples que colaboram para que as escolas estejam em sintonia com as necessidades sociais. Dessa forma, ela assume relevância na comunidade, aumenta sua credibilidade, solidifica uma boa posição junto à opinião pública e, principalmente, constrói cidadãos conscientes do seu papel social em suas respectivas comunidades.

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