A escola e as narrativas da história

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Estudar o passado  e refletir sobre ele pode mudar o rumo de nosso futuro

Estudar o passado nos ajuda a compreender o presente e pensar o futuro. É aí que entram os professores de História! Você já parou para refletir sobre a importância dessa disciplina para a formação acadêmica de seus alunos? E mais, como ministrá-la? No processo de educação há sempre uma preocupação em formar estudantes que façam contas matemáticas com agilidade e conjuguem verbos sem falhar a concordância. Todavia, é preciso almejar também que eles desenvolvam capacidade crítica para lidar com a sociedade e seus desdobramentos. Uma das disciplinas responsáveis por estimular a criticidade é a de História.

Ela é responsável por nos aproximar do passado, mostrando como ele formou o presente. Muito mais do que peças em um canto de um museu pouco visitado, a história está em nosso dia a dia, acontecendo na frente dos olhos. Já deu para perceber que repousa uma grande responsabilidade sobre ela, não é? Pois bem, para grandes responsabilidades, se deve investir em grande preparo. Então, educadores, vamos conversar sobre isso?

Sobre narrativas e mudanças

A maneira como são contados os fatos ocorridos no passado e o posicionamento a respeito deles tende a orientar estudantes em suas opiniões e pensamentos críticos. Qual é o tipo de criticidade que você planeja fomentar em seus alunos? Por exemplo: durante muito tempo, as escolas contavam a  história do Brasil apenas pela perspectiva do colonizador. Dessa forma, os outros povos que formaram o país eram desconsiderados. Professores até mencionavam os ancestrais indígenas e os africanos escravizados, mas as narrativas desses povos eram caladas frente às narrativas europeias. A consequência disso foi a superestimação do opressor e a minimização do sofrimento do oprimido. Percebe a seriedade da questão? 

Isso tudo se torna ainda mais sério ao percebermos que as consequências desse processo de colonização vigoram ainda hoje, estruturando a sociedade. Para pensá-la criticamente e até mudá-la para melhor, é preciso entender o passado que nos trouxe até aqui. É fato que ninguém vai entendê-lo sem que haja educação. Portanto, ocupar as salas de aula (sejam virtuais ou presenciais) com professores conscientes e críticos é essencial. Faz-se necessário também incluir narrativas da história, outrora menosprezadas. 

Sem esquecer, é claro, que os educadores devem estar devidamente amparados com materiais didáticos que valorizem os princípios de inclusão, consciência e criticidade. O Sistema Interativo de Ensino possui um extenso conjunto de conteúdos que se preocupam em apresentar seus temas de forma atualizada, consciente e completa. Queremos um Brasil melhor e ele começa dentro da escola, nas aulas de história, a partir de materiais didáticos de qualidade.

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