O que levaremos do presente?

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As mudanças que experimentamos hoje são inevitáveis. O que estamos construindo para o futuro?

O ano de 2020 serviu para tirar os nossos pés do chão. Se algum dia acreditamos que a vida estava sob controle, hoje essa ideia está cada vez mais próxima de uma doce ilusão. Do dia para a noite, quase que literalmente, vimos nossas rotinas virarem de cabeça para baixo. O motivo? A ameaça iminente de um inimigo invisível: um vírus. Escola trabalho, convívio social, tudo isso nos foi arrancado abruptamente. Nos reinventamos para continuar vivendo.

Otimistas, recebemos as primeiras horas de 2021 com a esperança de que as coisas seriam diferentes e, a vida pouco a pouco retomaria o seu ritmo. Porém, não foi isso que aconteceu, né? Continuamos isolados, nossas crianças permanecem sem ir à escola e o convívio com outras pessoas, por conta da recomendação do distanciamento social, continua muito reduzido. O vírus permanece aqui. A doença também e, com ela, as perdas.

O que sentimos quando pensamos no futuro? Em uma palavra: ansiedade. Não. Não apenas a ansiedade que nos angustia diante das incertezas do porvir. É mais do que isso. Hoje, ao mesmo tempo que se teme o futuro, ansiamos por ele. Ansiamos por soluções, por proteção. A certeza de que, querendo ou não, estaremos em uma situação diferente da de agora em algum momento, é o que nos traz um pouco de esperança. Esperança que nos move em direção a esse futuro.

O que esperamos dos dias que estão para chegar é a pergunta do momento. Alguns resumem seus desejos à aspiração de que as coisas voltem ao normal.  Aqui cabe então o questionamento: de que normal estamos falando? O que a pandemia do coronavírus nos fez descobrir, mudou para sempre a a história. Já parou para imaginar o quanto evoluímos no uso das tecnologias voltadas à educação, por exemplo?

A modalidade da Educação à Distância cresceu, se fortaleceu e melhorou. Plataformas virtuais de ensino foram criadas e aprimoradas. E mais, professores adaptaram o uso de ferramentas que já estão no dia a dia dos alunos para continuar ensinando. Por outro lado, todos nós tivemos a oportunidade de aprender e provar o quanto a busca por conhecimento depende de nós.

Lições preciosas que esse tempo de adversidade tem nos ensinado. E, para além delas, foi possível entender que “difícil” não significa “impossível”. Até porque a união entre professores e alunos, patrões e funcionários tem feito as coisas acontecerem. Quando tudo isso passar, não somos obrigados a abandonar tudo o que aprendemos.

A educação não voltará a ser o que era. Ela vai seguir. Mais forte, mais dinâmica, mais conectada, mais abrangente. Algo que se expandiu dificilmente volta a seu tamanho anterior. Companheirismo, comprometimento, união e amor são coisas que permanecerão. Fazem parte da nossa essência. E não há circunstância capaz de mudar isso.

 

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